A cidade foi uma das primeiras cidades a formalizar convênio com a entidade; Nesta terça Condemat celebrou parceria com os demais municípios da região

O Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat) assinou um Protocolo de Intenções com o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de São Paulo (Crea-SP) com objetivo de promover o intercâmbio de informações entre as cidades e a entidade, além de fortalecer as ações municipais para regularização fundiária, fiscalizações e outras iniciativas que apoiam o desenvolvimento sustentável da região.

Poá já possui convênio com o Crea e agora ganha reforço das demais cidades na busca de soluções para problemas comuns enfrentados no Alto Tietê. A assinatura do convênio com as demais cidades aconteceu ontem (dia 31/10) na sede da Associação de Engenheiros e Arquitetos de Mogi das Cruzes (AEAMC). Poá foi representada pela secretária municipal de Meio Ambiente e Recursos Naturais, Claudete Canada. Também estiveram presentes os  representantes das outras cidades consorciadas e técnicos das administrações municipais.

A parceria firmada entre o consórcio e o Crea-SP viabiliza o suporte à região na solução de problemas metropolitanos, principalmente nas áreas de regularização fundiária, mobilidade e critérios para cidades inteligentes, além de fiscalizações. “Esta é mais uma ação importante que Poá já participa, garantindo ferramentas e apoio na solução de problemas comuns enfrentados pelas cidades vizinhas”, afirmou a secretária Claudete.

O protocolo foi assinado pelo presidente em exercício do Crea-SP, Mamede Abou Dehn Junior, que destacou a parceria como uma ferramenta de gestão pública. “A assinatura do termo com os municípios representa uma parceria de ganha-ganha. Ganha o profissional que será mais valorizado, os municípios que terão o Crea-SP com ferramenta em sua administração municipal e, principalmente, a sociedade por saber que toda a atividade técnica vai ser executada por profissionais legalmente habilitados. As cidades têm diversos problemas que não podem ser mais tratados como uma situação pontual, eles precisam ser considerados como um problema local, de uma região metropolitana, como é a área do Condemat”, analisou.

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