Close Menu
Carioca de Suzano NotíciasCarioca de Suzano Notícias
  • Alto Tietê
  • Brasil
  • Mundo
  • São Paulo
What's Hot

Conselho do MPF rejeita abertura de investigação contra Gonet

Setembro 26, 2026

CNU 2025: sai nova lista de classificados para vagas remanescentes

Setembro 26, 2026

Brasil no Mundo desta quinta debate multilateralismo e desafios da ONU

Setembro 25, 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Carioca de Suzano NotíciasCarioca de Suzano Notícias
  • Alto Tietê
  • Brasil
  • Mundo
  • São Paulo
Facebook X (Twitter) Instagram
Carioca de Suzano NotíciasCarioca de Suzano Notícias
Home»Mundo»Lula quer aperfeiçoar multilateralismo e parcerias na América Latina
Mundo

Lula quer aperfeiçoar multilateralismo e parcerias na América Latina

adminBy adminMaio 13, 2025Sem comentários3 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest Telegram LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Telegram Email

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta terça-feira (13), durante viagem à China, o aperfeiçoamento do multilateralismo e o fortalecimento das parcerias entre os países da América Latina e Caribe.

Na avaliação do presidente, estes são fatores relevantes para influenciar as Nações Unidas e dar a ela uma representatividade mais diversa e de acordo com o atual contexto geopolítico.

“A solução para a crise do multilateralismo não é abandoná-lo, mas sim aperfeiçoá-lo. A América Latina e o Caribe podem contribuir elegendo a primeira mulher secretária-geral da ONU e honrando, assim, o legado da Conferência de Pequim sobre os direitos das mulheres”, disse Lula sem especificar quem seria essa mulher.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Segundo Lula, a governança global “já não espelha a diversidade que habita a Terra”. 

“E esse anacronismo tem impedido que se cumpra o propósito de evitar o flagelo da guerra, inscrito na Carta das Nações Unidas”, acrescentou.


Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, Sessão de abertura do IV Fórum CELAC-China. China National Convention Center II, Pequim - China.

Foto - Ricardo Stuckert / PR

Presidente Lula fala em sessão de abertura do IV Fórum CELAC-China, em Pequim – Ricardo Stuckert / PR

China

As afirmações foram feitas durante a abertura do IV Fórum da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), em Pequim. 

Na oportunidade, ele ressaltou a importância da aproximação entre os países participantes do fórum, destacando o papel relevante da China para o desenvolvimento da região.

A China já é o segundo maior parceiro comercial da Celac e um dos mais importantes investidores na América Latina e no Caribe. Segundo ele, isso fica evidente sobretudo na área de infraestrutura.

“O apoio chinês é decisivo para tirar do papel rodovias, ferrovias, portos e linhas de transmissão. Mas a viabilidade econômica desses projetos depende da capacidade de coordenação de nossos países para conferir a essas iniciativas escala regional.”

Alerta

Em tom de alerta aos países participantes do encontro, Lula disse que “o futuro da América Latina depende do nosso comportamento; da análise justa do que aconteceu no século XX, onde nós avançamos, e onde nós retrocedemos, para que a gente compreenda de uma vez por todas: não há saída para nenhum país individualmente”.

“Nós temos 500 anos de histórias que provam isso. Ou nós nos juntamos entre nós, e procuramos parceiros que queiram, junto conosco, construir um mundo compartilhado, ou a América Latina tende a continuar sendo uma região que representa a pobreza no mundo de hoje. É importante que a gente compreenda. Depende, pura e simplesmente, se a gente quer ser grande ou a gente quer continuar pequeno”, acrescentou.

Assimetrias

Na avaliação de Lula, a relação entre a Celac e China pode fortalecer os setores industriais em áreas de ponta como, por exemplo, a Inteligência Artificial.

“Para construir um futuro compartilhado, é necessário reduzir as assimetrias entre os países”, disse. 

“A revolução digital não pode criar um novo abismo tecnológico entre as nações. O desenvolvimento da Inteligência Artificial não deve ser um privilégio de poucos. Uma transição justa para uma economia de baixo carbono também exige amplo acesso a tecnologias de energia limpa”, complementou.

source
Com informações da Agência Brasil

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
admin
  • Website

Related Posts

Brasil no Mundo desta quinta debate multilateralismo e desafios da ONU

Setembro 25, 2026

Pobreza na Argentina volta a subir e atinge 32,3% da população

Setembro 25, 2026

Escudo das Américas usa cartéis para barrar China, dizem especialistas

Setembro 25, 2026

Argentina sob Milei fecha 31 mil empresas e 245 mil empregos formais

Setembro 25, 2026

Bancos centrais do Brasil e da Europa avaliam interligar Pix com Tips

Setembro 24, 2026

Open IA invade site com dados da saúde pública da Austrália

Setembro 24, 2026
Leave A Reply Cancel Reply

Editors Picks

Conselho do MPF rejeita abertura de investigação contra Gonet

Setembro 26, 2026

CNU 2025: sai nova lista de classificados para vagas remanescentes

Setembro 26, 2026

Brasil no Mundo desta quinta debate multilateralismo e desafios da ONU

Setembro 25, 2026

Bets passam a ser proibidas no país e apostador receberá saldo

Setembro 25, 2026
Advertisement
© 2026-Carioca de Suzano - Todos os direitos reservados..
  • Alto Tietê
  • Brasil
  • Mundo
  • São Paulo

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

Go to mobile version