Close Menu
Carioca de Suzano NotíciasCarioca de Suzano Notícias
  • Alto Tietê
  • Brasil
  • Mundo
  • São Paulo
What's Hot

Lula e eleitores idosos se emocionam em “festa de aniversário”

Outubro 28, 2026

EBC tem quatro jornalistas entre os finalistas do prêmio +Admirados

Outubro 28, 2026

Governo de SP amplia obras na Padre Manoel da Nóbrega para melhorar acessos e segurança no litoral

Outubro 28, 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Carioca de Suzano NotíciasCarioca de Suzano Notícias
  • Alto Tietê
  • Brasil
  • Mundo
  • São Paulo
Facebook X (Twitter) Instagram
Carioca de Suzano NotíciasCarioca de Suzano Notícias
Home»Brasil»Exposição mostra achados arqueológicos sobre origens da cidade de SP
Brasil

Exposição mostra achados arqueológicos sobre origens da cidade de SP

adminBy adminDezembro 14, 2025Sem comentários5 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest Telegram LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Telegram Email

O passado de entreposto, muito distante da metrópole pujante e urbana dos últimos 100 anos, é retomado na exposição Quando São Paulo era Piratininga: arqueologia paulistana, em cartaz até 29 de março de 2026 na Casa Museu Ema Klabin.

Integrada ao acervo da casa, a exposição propõe uma reflexão sobre origens e cotidiano, mostrando os resultados de pesquisas arqueológicas realizadas na capital paulista durante as duas últimas décadas.

De ferramentas e pontas de flechas talhadas em pedras a fragmentos de cerâmica, é possível acompanhar um passado de uma região que era importante para diversas aldeias, além de marcada por cheias constantes.

A proposta, da curadoria do arquiteto Paulo de Freitas Costa e da doutora em arqueologia Paula Nishida, é revelar aspectos da investigação sobre esse território, em suas dinâmicas anteriores à vila e cidade, como as conhecemos.

Ao apresentar sítios arqueológicos paulistanos, percebe-se que onde há hoje prédios, viadutos, praças, ruas e avenidas, havia estruturas naturais de quartzo e depósitos de argila, materiais usados por diferentes povos – indígenas, europeus e africanos -, na fabricação de pontas de lanças, flechas e cerâmicas.

Esses sítios estão distribuídos pelas várzeas do Tietê, Pinheiros e Tamanduateí, deram origem ao povoado Piratininga ou peixe seco, por conta dos peixes que ficavam espalhados pelas planícies após o recuo das águas dos rios. Mais tarde, o povoado se transformaria na cidade de São Paulo.

Para a exposição, foram selecionados materiais e mapas de oito dos cerca de 90 sítios arqueológicos já identificados na cidade, representando períodos distintos e importantes para a formação do território paulistano.

“Os sítios Lítico do Morumbi, as urnas funerárias, e os sítios Jaraguá I, II e Olaria II representam o universo dos povos originários antes da invasão europeia. As Cavas de Ouro do Jaraguá e o Pinheiros 2 testemunham o contato entre indígenas e colonizadores; e a Casa do Butantã e a Casa do Itaim Bibi trazem à tona aspectos do período colonial, ampliando o olhar para além do eixo central da cidade”, explica Paula Nishida.

Entre as peças, inclusive reproduções em exposição táctil, há itens datados de 600 anos até 4 mil anos atrás, com usos práticos, como defesa, caçadas e produção de outras ferramentas, até peças de uso simbólicos, como urnas funerárias, encontradas em sítios no que hoje são as regiões central e leste da capital paulistana.

 


São Paulo (SP), 05/11/2025 - Exposição

São Paulo (SP), 05/11/2025 – Exposição “Quando São Paulo era Piratininga: arqueologia paulistana. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil – Paulo Pinto/Agência Brasil

As visitas podem ser feitas de quarta a domingo, das 11h às 17h, com permanência até as 18h. Elas são mediadas por monitores da Casa ocorrem de quarta a sexta, às 11h, 14h, 15h e 16h, e aos sábados, domingos e feriados, às 14h.  As visitas são gratuitas para crianças de até 7 anos, professores e estudantes da rede pública. Para os demais públicos, os ingressos custam R$ 20,00, com meia entrada para diversas categorias.

Parceria com escolas

A Casa Museu desenvolve processos de formação continuada de professores e parceria com escolas, promovidas pelo seu educativo, além de receber escolas para visitas guiadas ao acervo e às exposições temporárias, como essa dedicada à arqueologia paulistana.

“A gente traz todo o nosso métier de ações que o educativo faz, desde caminhada no bairro a ações que falam sobre a coleção de outros pontos de perspectiva. Eles [os professores] trazem então as turmas, complementando as discussões que a gente teve ao longo da residência”, explica Felipe Azevêdo, educador da instituição.

Dessa forma, a Casa atende os estudantes com mais qualidade, pois o trabalho prévio, com os professores, permite uma abordagem integrada ao currículo das turmas.

Essa estratégia tem suprido a principal dificuldade da Casa Museu, que é a de atrair grupos de visitantes sem dispor de recursos para custear transporte, já que a região tem poucas escolas públicas, quase nenhuma próxima.

 


São Paulo (SP), 05/11/2025 - Exposição

São Paulo (SP), 05/11/2025 – Casa Museu Ema Klabin está localizado no Jardim Europa. No local, a empresária Ema Klabin viveu de 1961 a 1994. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil – Paulo Pinto/Agência Brasil

Mesmo com essa limitação – a Casa está no Jardim Europa, uma das regiões mais caras da cidade – o número de visitantes tem crescido, com vinda de escolas de regiões localizadas há mais de 10 quilômetros.

“A ideia é fazer parcerias. Nós vamos nas escolas também, conhecemos as crianças, conversamos com elas, entendemos o projeto pedagógico da escola e propomos uma visita de acordo com o projeto da escola. Acho que é uma via de mão dupla também”, completa Azevêdo.

Ema Klabin

A residência onde viveu a empresária Ema Klabin, de 1961 a 1994, abriga a Coleção Ema Klabin, com pinturas do russo Marc Chagall e do holandês Frans Post, obras do modernismo brasileiro, com autores como Tarsila do Amaral e Candido Portinari, além de artes decorativas, peças arqueológicas e livros raros, reunindo variadas culturas em um arco temporal de 35 séculos, distribuídos em um jardim projetado por Roberto Burle Marx e uma ampla casa térrea, decorada por Terri Della Stufa.

source
Com informações da Agência Brasil

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
admin
  • Website

Related Posts

Lula e eleitores idosos se emocionam em “festa de aniversário”

Outubro 28, 2026

EBC tem quatro jornalistas entre os finalistas do prêmio +Admirados

Outubro 28, 2026

“Ato vergonhoso”, diz Lula sobre fuga de Flávio Bolsonaro

Outubro 28, 2026

Federação PT-PCdoB-PV anuncia apoio à reeleição de Motta para presidente da Câmara

Outubro 28, 2026

Mega-Sena acumula novamente e prêmio vai a R$ 320 milhões

Outubro 28, 2026

Após vitória nas urnas, Lula vai retomar viagens internacionais

Outubro 28, 2026
Leave A Reply Cancel Reply

Editors Picks

Lula e eleitores idosos se emocionam em “festa de aniversário”

Outubro 28, 2026

EBC tem quatro jornalistas entre os finalistas do prêmio +Admirados

Outubro 28, 2026

Governo de SP amplia obras na Padre Manoel da Nóbrega para melhorar acessos e segurança no litoral

Outubro 28, 2026

“Ato vergonhoso”, diz Lula sobre fuga de Flávio Bolsonaro

Outubro 28, 2026
Advertisement
© 2026-Carioca de Suzano - Todos os direitos reservados..
  • Alto Tietê
  • Brasil
  • Mundo
  • São Paulo

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

Go to mobile version