Close Menu
Carioca de Suzano NotíciasCarioca de Suzano Notícias
  • Alto Tietê
  • Brasil
  • Mundo
  • São Paulo
What's Hot

Procuradoria Geral do Estado defende natureza compensatória dos royalties do petróleo no STF

Maio 8, 2026

Comissão aprova proposta que condiciona progressão de pena a redução de periculosidade

Maio 8, 2026

Prefeitura realiza encontro em homenagem às Mães Atípicas

Maio 8, 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Carioca de Suzano NotíciasCarioca de Suzano Notícias
  • Alto Tietê
  • Brasil
  • Mundo
  • São Paulo
Facebook X (Twitter) Instagram
Carioca de Suzano NotíciasCarioca de Suzano Notícias
Home»São Paulo»Procuradoria Geral do Estado defende natureza compensatória dos royalties do petróleo no STF
São Paulo

Procuradoria Geral do Estado defende natureza compensatória dos royalties do petróleo no STF

adminBy adminMaio 8, 2026Sem comentários4 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest Telegram LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Telegram Email

A Procuradoria Geral do Estado de São Paulo (PGE/SP) participou, nos últimos dois dias, das sessões plenárias do Supremo Tribunal Federal (STF) pasa o julgamento conjunto de cinco Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) que discutem as regras de distribuição dos royalties da exploração de petróleo entre União, estados e municípios.

Estão em análise as ADIs 4916, 4917, 4918, 4920 e 5038,. As ações questionam dispositivos da Lei dos Royalties (Lei 12.734/2012), que modificou os critérios de repartição dos royalties e da participação especial decorrentes da exploração de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos, ampliando a divisão desses recursos entre entes federativos não produtores. A aplicação da regra está suspensa provisoriamente (liminar) desde março de 2013. 

LEIA TAMBÉM: Governo de SP remove 134 mil toneladas de lixo do Rio Pinheiros

Primeira sessão

A primeira sessão aconteceu na quarta-feira (6) e foi dedicada às manifestações dos governos de três estados produtores de petróleo que são autores de parte das ações em análise: São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo.  Também se manifestaram a Advocacia-Geral da União (AGU) e entidades admitidas no processo para fornecer informações, argumentos ou conhecimentos técnicos (amici curiae).

Representando o Estado de São Paulo, autor da ADI 4920, a procuradora geral do Estado, Inês Coimbra, ressaltou que o STF já reconheceu a natureza compensatória dos royalties do petróleo, entendendo-os como receita dos entes diretamente afetados pela exploração. Segundo a sustentação, esse direito decorre do fato de que são os estados produtores que arcam com o aumento da demanda por infraestrutura e serviços públicos e com os impactos ambientais e econômicos da atividade petrolífera. 

LEIA TAMBÉM: Novas elevatórias no Polvilho reforçam abastecimento e preparam Cajamar para o crescimento

“A norma impugnada, portanto, afronta também os princípios da responsabilidade fiscal, da previsibilidade orçamentária e da continuidade dos serviços públicos. E é justamente aqui que se revela com maior nitidez a gravidade da controvérsia. O que se discute em última análise, e muito mais do que dinheiro, é o próprio Pacto Federativo, um dos pilares da Constituição. E, no entanto, a lei impugnada não apresenta qualquer elemento verdadeiramente estruturante, ou seja, que confira novas bases ao sistema federativo. Ao contrário, ela desorganiza um arranjo que foi cuidadosamente delineado pelo constituinte originário. Reformas dessa ordem, na distribuição de receitas entre os entes, exigiriam uma verdadeira repactuação federativa, muito mais ampla do que a feita por essa lei. Nesse contexto, a lei impugnada não apresenta qualquer elemento verdadeiramente estruturante” defendeu Inês Coimbra.

Junto com a procuradora geral estiveram presentes os procuradores do Estado Paulo Procopio Florencio, Lannara Cavalcante Nunes, Luísa Maciel, Ruzel Nizio, Florence Martins, Marcella Cavalcante, Francisco Braga e
Leonardo Cocchieri Leite Chaves.

Segunda sessão

O julgamento foi retomado nesta quinta-feira (7) com com o voto da ministra Cármen Lúcia, relatora, que votou contra a ampliação da distribuição dos royalties do petróleo promovida pela  lei 12.734/12, que incluiu Estados e municípios não produtores na divisão dessas receitas. A ministra entendeu que a norma é inconstitucional por alterar o modelo federativo de repartição previsto na Constituição Federal.

Após o voto de Cármen Lúcia, o ministro Flávio Dino pediu vista, suspendendo o julgamento.

Posicionamento oficial

O Estado de ​São Paulo entende que os royalties possuem uma natureza essencialmente compensatória, destinada a mitigar os impactos sociais, econômicos e ambientais suportados pelos entes que sediam a exploração de petróleo e gás. Retirar esses recursos desvirtua a lógica constitucional de compensar quem efetivamente arca com os custos e riscos da produção.

O Estado reitera sua disposição para construir soluções que não comprometam a saúde fiscal dos entes envolvidos. Alterações estruturais na distribuição de receitas podem impactar a continuidade de políticas públicas essenciais.

O propósito é encontrar um caminho mediado que honre o pacto federativo, garantindo que o desenvolvimento energético do Brasil ocorra de forma justa, previsível e sem prejuízos aos serviços prestados ao cidadão.

Caso a lei volte a ser aplicada, a perda financeira projetada para o território paulista é estimada em R$ 2,3 bilhões anuais.

source
Com informações do Governo de São Paulo

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
admin
  • Website

Related Posts

USP e CDHU formalizam convênio para requalificação do Largo de São Francisco

Maio 8, 2026

Maio Amarelo: veja as principais condutas de risco no trânsito

Maio 8, 2026

Governo abre inscrições para Curso Básico de Libras on-line e gratuito

Maio 8, 2026

Versão digital da CNH é gratuita em São Paulo

Maio 8, 2026

Com ajuda do SP Produz, cidade do interior se torna polo de irrigação do estado 

Maio 8, 2026

Feirão Casa Paulista libera mais de R$ 8,8 milhões para apoiar famílias na compra do primeiro imóvel

Maio 8, 2026
Leave A Reply Cancel Reply

Editors Picks

Procuradoria Geral do Estado defende natureza compensatória dos royalties do petróleo no STF

Maio 8, 2026

Comissão aprova proposta que condiciona progressão de pena a redução de periculosidade

Maio 8, 2026

Prefeitura realiza encontro em homenagem às Mães Atípicas

Maio 8, 2026

Mendonça diz que não teve acesso à proposta de delação de Vorcaro

Maio 8, 2026
Advertisement
© 2026-Carioca de Suzano - Todos os direitos reservados..
  • Alto Tietê
  • Brasil
  • Mundo
  • São Paulo

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

Go to mobile version