Close Menu
Carioca de Suzano NotíciasCarioca de Suzano Notícias
  • Alto Tietê
  • Brasil
  • Mundo
  • São Paulo
What's Hot

Conselho de Ética ouve deputados e testemunhas sobre ocupação do Plenário

Dezembro 7, 2025

Cosud defende atuação conjunta dos Estados do Sul e Sudeste para enfrentamento às facções criminosas

Dezembro 7, 2025

CRAS promove evento de artesanato natalino no Espaço Zuza

Dezembro 7, 2025
Facebook X (Twitter) Instagram
Carioca de Suzano NotíciasCarioca de Suzano Notícias
  • Alto Tietê
  • Brasil
  • Mundo
  • São Paulo
Facebook X (Twitter) Instagram
Carioca de Suzano NotíciasCarioca de Suzano Notícias
Home»Brasil»Ministério Público recorre de extinção de pena de PMs do Carandiru
Brasil

Ministério Público recorre de extinção de pena de PMs do Carandiru

adminBy adminOutubro 10, 2024Sem comentários2 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest Telegram LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Telegram Email

O Ministério Público de São Paulo recorreu da decisão do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo que extinguiu a pena dos 74 policiais militares condenados pelo massacre no presídio do Carandiru. Em 1992, 111 presos foram mortos pelos integrantes da PM durante uma rebelião.

Condenados a penas entre 48 a 624 anos de prisão, os policiais tiveram as decisões extintas sob argumentação de constitucionalidade do indulto concedido aos réus pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, em 2022. O Ministério Público, entretanto, alega que a decisão foi tomada sem que a promotoria tenha se manifestado.

O episódio que ficou conhecido como massacre do Carandiru completou 32 anos no último dia 2 de outubro. Ao todo, 74 policiais militares foram denunciados e condenados em júri popular pelos assassinatos dos detentos no pavilhão 9 da casa de detenção de São Paulo, em 1992.

A decisão de extinguir essas penas foi tomada pelo Órgão Especial do Tribunal, que conta com 25 desembargadores. O argumento dos magistrados foi o de que, com o decreto presidencial de Bolsonaro considerado válido, não seria possível deixar de aplicá-lo. Desta forma, todas as penas decretadas foram abolidas.

Logo após o ex-presidente Bolsonaro ter concedido o indulto aos PMs, o Ministério Público entrou com uma representação na Procuradoria-Geral da República sob alegação de inconstitucionalidade do decreto presidencial.

À época, o documento do MP apontou que a concessão do indulto não era compatível com dispositivos da Convenção Americana sobre Direitos Humanos, promulgada pelo Decreto n. 678, de 06 de novembro de 1992. Por isso, a promotoria pediu que a PGR tomasse providências urgentes.

 

source
Com informações da Agência Brasil

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
admin
  • Website

Related Posts

Conselho de Ética ouve deputados e testemunhas sobre ocupação do Plenário

Dezembro 7, 2025

Comissão aprova ampliação de transparência e controle social sobre a qualidade do transporte público

Dezembro 7, 2025

Saiba horário e local da final da Copa do Mundo 2026

Dezembro 7, 2025

Operação que garante gás de cozinha para o Norte completa 30 anos

Dezembro 6, 2025

Exposição em Brasília celebra 50 anos do Dicionário Aurélio

Dezembro 6, 2025

Padilha doa sangue e marca início da vacinação contra vírus sincicial

Dezembro 6, 2025
Leave A Reply Cancel Reply

Editors Picks

Conselho de Ética ouve deputados e testemunhas sobre ocupação do Plenário

Dezembro 7, 2025

Cosud defende atuação conjunta dos Estados do Sul e Sudeste para enfrentamento às facções criminosas

Dezembro 7, 2025

CRAS promove evento de artesanato natalino no Espaço Zuza

Dezembro 7, 2025

Festival Encantado de Guararema tem início com programação musical, espaços gastronômicos e decorados

Dezembro 7, 2025
Advertisement
© 2025-Carioca de Suzano - Todos os direitos reservados..
  • Alto Tietê
  • Brasil
  • Mundo
  • São Paulo

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

Go to mobile version