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Home»São Paulo»Veja como diferenciar doenças respiratórias durante o outono e como evitá-las
São Paulo

Veja como diferenciar doenças respiratórias durante o outono e como evitá-las

adminBy adminAbril 20, 2025Sem comentários3 Mins Read
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Com a chegada de temperaturas mais amenas provocadas pelo outono, alguns sintomas podem surgir e causar dúvidas sobre com qual doença respiratória o paciente está lidando. De acordo com especialistas do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE), cada condição deve ter atendimento adequado.

Veja as doenças de outono

Alergias e os “ites”, como crises de rinite, sinusite, faringite: por conta da maior concentração de poeira e poluentes no ar, ocorre com mais frequência os quadros alérgicos nesse período do ano. As mucosas ficam ressecadas e há aumento de crises de rinite, sinusite, faringite e asma.

O que difere as doenças é que a rinite é uma inflamação de crises alérgicas que acomete o nariz. Já a asma é uma doença inflamatória crônica que ataca o sistema respiratório, especialmente, os brônquios. A faringite, bem como a sinusite, são infecções que podem ser causadas por vírus e bactérias e não só uma simples alergia, inflamando a faringe e os seios da face, respectivamente.

Resfriados e pneumonias: a baixa umidade durante os meses de outono pode irritar as mucosas das vias aéreas e aumentar a probabilidade de infecções por diversos vírus como rinovírus e adenovírus, responsáveis pelos resfriados e pneumonias.

O que pode contribuir para o aparecimento dessas doenças são as mudanças bruscas de temperatura. Neste ano, os extremos do clima como o calor intenso e a chegada abrupta de uma frente fria aumentam o risco de infecções virais. O mesmo pode acontecer com o uso de ar condicionado, local onde pode haver ainda acúmulo de bactérias e outros agentes como legionella.

Gripe / Influenza: Com a queda de temperatura, normalmente as pessoas tendem a ficar mais tempo em locais fechados, o que ajuda a proliferar o vírus influenza, que tem alta transmissibilidade por espirro e tosse. O contato direto das mãos e objetos comuns como corrimões e maçanetas também aumentam o risco de contágio da gripe.

Resfriados: Os sintomas de mal-estar, espirros, coriza e obstrução nasal, além de febre se tornam leves depois de 48 horas, nos casos de resfriados. Já o quadro inicial da gripe se assemelha ao do resfriado, porém, o tempo do paciente sintomático é maior, tendo duração em torno de uma semana, podendo até levar à falta de apetite e à perda de peso.

Viroses: O mesmo explicado no caso de gripe acontece em quadros de virose. O tempo seco de outono favorece a colonização de vírus e infecções respiratórias, que têm rápida transmissão entre as pessoas. É comum as viroses causarem diarreia, febre, vômito, enjoo, dor muscular, dor na barriga, dor de cabeça, secreção nasal, entre outros sintomas.

Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC): é um grupo de doenças respiratórias muito relacionadas ao tabagismo. Com o ar seco e a inflamação de mucosas entre os meses março e junho, há maior incidência da bronquite crônica (estreitamento das vias aéreas) e do enfisema (danos irreversíveis nos alvéolos).

Covid-19: além de todas as doenças do outono, após a pandemia iniciada em 2020, é possível ainda confundir os sintomas provocados pelo coronavírus. Para diferenciar, normalmente, há o aparecimento de quadro inflamatório da garganta, evoluindo para tosse seca, seguida de espirros, coriza, mal estar, febre, bem como fraqueza. É possível ainda identificar diminuição do olfato e paladar.

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Com informações do Governo de São Paulo

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