Close Menu
Carioca de Suzano NotíciasCarioca de Suzano Notícias
  • Alto Tietê
  • Brasil
  • Mundo
  • São Paulo
What's Hot

Centro Paula Souza está com inscrições abertas para mais de 3 mil vagas de cursos técnicos à distância

Setembro 23, 2026

Afetados pelo El Niño terão crédito extraordinário de R$ 64 milhões

Setembro 23, 2026

Projeto prevê ressarcimento de tornozeleira eletrônica por agressor de mulher

Setembro 23, 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Carioca de Suzano NotíciasCarioca de Suzano Notícias
  • Alto Tietê
  • Brasil
  • Mundo
  • São Paulo
Facebook X (Twitter) Instagram
Carioca de Suzano NotíciasCarioca de Suzano Notícias
Home»Alto Tietê»Prêmio Periferia Viva abre edital de seleção
Alto Tietê

Prêmio Periferia Viva abre edital de seleção

adminBy adminJunho 14, 2025Sem comentários5 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest Telegram LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Telegram Email

A abertura do edital 2025 do Prêmio Periferia Viva ocorreu na tarde deste sábado (14), na Associação  dos Moradores de Heliópolis e Região (UNAS). É possível inscrever os projetos participantes nos próximos dias através do site do Ministério das Cidades. 

Promovida pela Secretaria Nacional de Periferias, do Ministério das Cidades, a iniciativa, em sua terceira edição, vai distribuir prêmios em três eixos: iniciativas Populares, no qual 150 projetos receberão R$ 50 mil; Assessorias Técnicas com premiação de R$ 30 mil e três Iniciativas de Entes Públicos Governamentais, que receberão troféus.

O tema desta edição é “Periferia Viva é construção coletiva”. O objetivo é valorizar iniciativas nas periferias, produzidas pelos seus moradores e com recursos direcionados para coletivos dos próprios territórios. Os candidatos devem participar de projetos que  estejam em andamento e que promovam enfrentamento da desigualdade socioespacial e a potencialização e transformação dos territórios periféricos.

“O Prêmio Periferia Viva fortalece o papel ativo das comunidades em decisões significativas, destacando suas capacidades frequentemente ignoradas, e responde ao engajamento de redes e movimentos sociais que buscam melhorar a vida urbana periférica”, destacou em nota o secretário Guilherme Simões.

Museus, agroecologia e projetos culturais foram alguns dos selecionados em 2024, entre os quais a Okupação Cultural C.O.R.A.G.E.M., sediada na Cohab José Bonifácio, na Zona Leste de São Paulo. 

Para a Okupação, o prêmio foi fundamental para fortalecer a sustentabilidade e continuidade das ações. “Com o recurso, conseguimos criar um caixa emergencial, o que nos permitiu atender às principais necessidades do espaço. Realizamos pequenas reformas estruturais que melhoraram o conforto para quem frequenta nossas atividades, além de garantir mais segurança para o nosso acervo, equipamentos e materiais das coletivas que integram a Okupação. Esse apoio também nos trouxe mais fôlego para seguir desenvolvendo ações de forma autônoma”, explicou Letícia Ferreira, gestora e produtora cultural que atua na iniciativa.

O processo de seleção foi um momento importante para o grupo Okupação, que já tem 10 anos de atuação. Para Letícia, se tratou de um incentivo para manter documentos e registros atualizados, além de revisitar e reconhecer a trajetória. “Esse exercício de sistematização nos fortaleceu no que se refere à ampliacao da nossa capacidade de organizar informações, comunicar melhor e planejar projetos futuros de forma mais estruturada e estratégica. Também nos tornou mais preparados para participar de outras seleções e fortalecer nossa atuação em rede”, completou a gestora.

O espaço, que revitalizou uma área abandonada na COHAB, recebe artistas, oficineiros e produtores e mantém programação gratuita.

Além de viabilizar a ampliação de projetos, como a compra de um terreno pelo projeto Quebrada Orgânica, o reconhecimento ajuda na construção de portfólios para projetos futuros. A agricultora Joy Izauri, que é gestora do projeto na região do Jardim São Luiz, na zona sul de São Paulo, detalhou como os frutos deste reconhecimento já estão aparecendo. Chamados para oficinas em uma unidade do Sesc, ter o Periferia Viva no portfólio foi um elemento a mais na seleção. 

“[o prêmio] ajuda não só na parte financeira, mas ajuda as iniciativas a serem reconhecidas no próprio território e a mostrar para a própria comunidade, superando dificuldades de diálogo com os outros moradores do território”, contou Joy.

O Quebrada Orgânica é um projeto de agricultura familiar em contexto urbano e periférico, formado por ela, pelo marido Robert, pelo sogro Gil, e pelos filhos do casal, Leônidas, de 8, e César, de 4 anos. Além de produzirem meia tonelada de alimentos por ano, parte da qual é doada aos vizinhos, também realizam um festival de agricultura urbana, em um trabalho que não vê um fim próximo.

“A gente acredita que tem trabalho para fazer para o resto da vida, sabe? E dentro disso a gente pode se especializar e fazer mil coisas, porque a gente pensa a terra como laboratório mesmo, porque a gente não trabalha só a produção de alimento aqui. Os menus do nosso festival anual são criados a partir daquilo que a gente planta aqui. O espaço é pensado como museu a céu aberto. Então, se você vier para o nosso festival, você vai ver as obras de arte, as instalações, em meio aos canteiros de produção de alimentos. Você vai ver informação em agroecologia, em ecologia”, explica a agricultora.

Também de outra periferia, mais próxima do mar, um outro projeto premiado em 2024 mostrou o potencial deste tipo de edital na continuidade de políticas culturais. No Museu de Favela do Pavão, Pavãozinho e Cantagalo, na cidade do Rio de Janeiro, foi criado o primeiro Ponto de Memória, no Programa de Segurança Nacional, o PRONASC, com apoio de outros órgãos, como o IPHAN.

“A dinâmica do Periferias Viva em 2024 foi de muito aprendizado. Os encontros foram muito importantes, dando a dimensão do programa no território nacional”,  nos contou Sidney Silva, que também atende por Tartaruga.

Neste Museu, que nasceu como uma estratégia de valorização da comunidade e elemento de segurança comunitária e que o mestre Sidney conceitua como “museu de território”, há um circuito de arte denominado Circuito Casas-Telas. Esse circuito tem 27 obras de arte, nas fachadas das casas de moradores. “São obras de grafite que retratam a nossa memória nas fachadas da casa dos moradores”. 

Com o recurso, a instituição carioca ampliou o atendimento, criou brinquedotecas itinerantes e apoiou outras iniciativas que realizavam, já que o Museu só pode ser visitado ao se andar pelas comunidades, ampliando ações que já são apoiadas pela secretaria estadual de cultura fluminense. 

source

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
admin
  • Website

Related Posts

Ferraz promove programação especial do Mês da Pessoa Idosa

Setembro 23, 2026

Prefeitura de Guararema apresenta obras do Complexo 3 em 1 de Assistência Social

Setembro 23, 2026

Ferraz promove mutirão com atualização de laudos e 100 vagas exclusivas para PcD

Setembro 23, 2026

Semana Nacional do Trânsito leva ações de educação e segurança viária para escolas de Arujá

Setembro 22, 2026

‘Comunidade do Conto’ promove nova edição com leitura e debate sobre mulheres nas artes

Setembro 22, 2026

Time de futsal de Suzano é campeão paulista Sub-7

Setembro 22, 2026
Leave A Reply Cancel Reply

Editors Picks

Centro Paula Souza está com inscrições abertas para mais de 3 mil vagas de cursos técnicos à distância

Setembro 23, 2026

Afetados pelo El Niño terão crédito extraordinário de R$ 64 milhões

Setembro 23, 2026

Projeto prevê ressarcimento de tornozeleira eletrônica por agressor de mulher

Setembro 23, 2026

Previsão do tempo para quarta-feira (23), em SP: tempo instável

Setembro 23, 2026
Advertisement
© 2026-Carioca de Suzano - Todos os direitos reservados..
  • Alto Tietê
  • Brasil
  • Mundo
  • São Paulo

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

Go to mobile version