Close Menu
Carioca de Suzano NotíciasCarioca de Suzano Notícias
  • Alto Tietê
  • Brasil
  • Mundo
  • São Paulo
What's Hot

Rodada final dos grupos tem Inglaterra, Colômbia, Portugal e Argentina

Junho 27, 2026

Segundo avião da FAB decola neste sábado com ajuda para a Venezuela

Junho 27, 2026

Brasil avalia que tarifaço dos EUA foi politizado mirando eleições

Junho 27, 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Carioca de Suzano NotíciasCarioca de Suzano Notícias
  • Alto Tietê
  • Brasil
  • Mundo
  • São Paulo
Facebook X (Twitter) Instagram
Carioca de Suzano NotíciasCarioca de Suzano Notícias
Home»Brasil»Trabalho infantil no país cai 21,4% em oito anos, mostra IBGE
Brasil

Trabalho infantil no país cai 21,4% em oito anos, mostra IBGE

adminBy adminSetembro 19, 2025Sem comentários5 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest Telegram LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Telegram Email

O Brasil reduziu em 21,4% o número de crianças e adolescentes no trabalho infantil no intervalo de oito anos. Em 2016, eram 2,1 milhões de pessoas de 5 a 17 anos nessa situação, contingente reduzido a 1,65 milhão em 2024.

Em termos de proporção, também houve queda. Em 2016, quando o país tinha 40,6 milhões de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos, 5,2% deles faziam trabalho infantil. Em 2024, a marca ficou em 4,3% dos 37,9 milhões de brasileiros nessa faixa etária.

Os dados fazem parte de uma edição especial da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A série histórica do levantamento foi iniciada em 2016.

Ao comparar apenas os dois últimos anos da pesquisa, o número de pessoas no trabalho infantil cresceu 2,1% (eram 1,616 milhão), e o percentual da população nessa situação subiu 0,1 ponto percentual.

No entanto, o analista do IBGE Gustavo Geaquinto Fontes relativiza o aumento. “Foi uma variação de 2,1%. Não foi uma variação muito acentuada”, diz.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Tendência de queda

Segundo Fontes , o patamar ainda está “em nível bastante baixo”. Ele lembra que o menor resultado foi em 2023, ano que apresentou queda de 14,7% ante 2022.

“A gente observa que permanece certa tendência de queda, apesar dessa oscilação positiva de 0,1 ponto percentual. Eu acho que está cedo para afirmar se isso é uma reversão de tendência”, completa.

O analista acrescenta que o aumento no último ano se concentrou principalmente no grupo de 16 a 17 anos e entre homens. “Para as crianças mais novas, permaneceu próximo à estabilidade”.

Ao longo de oito anos, o percentual de trabalho infantil apresentou tendência de queda até 2019. Nos anos 2020 e 2021, por causa da pandemia de covid-19, a pesquisa não foi realizada. Em 2022, o percentual mostrou crescimento.

Percentual de pessoas no trabalho infantil

2016: 5,2%

2017: 4,9%

2018: 4,9%

2019: 4,5%

2022: 4,9%

2023: 4,2%

2024: 4,3%

O que é trabalho infantil

Para classificar o trabalho infantil, o IBGE segue orientações da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que o conceitua como “aquele que é perigoso e prejudicial à saúde e o desenvolvimento mental, físico, social ou moral das crianças e que interfere na sua escolarização”. Acrescentam-se à classificação atividades informais e com jornadas excessivas.

Dessa forma, nem todas as atividades laborais de crianças e adolescentes são consideradas trabalho infantil. A legislação brasileira impõe delimitações:

– até os 13 anos, é proibida qualquer forma de trabalho.

– de 14 a 15 anos, trabalho é permitido apenas na forma de aprendiz.

– aos 16 e 17 anos, há restrições ao trabalho sem carteira assinada, noturno, insalubre e perigoso

Remuneração

A Pnad identificou que as crianças e os adolescentes envolvidos no trabalho infantil tinham remuneração média mensal de R$ 845.

Os pesquisadores verificaram que a maior parte (41,1%) tinha jornada de até 14 horas semanais. Para 24,2%, a carga ficava de 15 a 24 horas, 18% trabalhavam de 25 a 39 horas e 11,6% gastavam 40 horas ou mais nas atividades.

Quanto maior a carga horária, maior a remuneração. Entre os que trabalhavam 40 horas ou mais, a remuneração média era de R$ 1.259.

Ramos de atividades

Ao separar por atividades que mais absorvem a mão de obra infantil, o IBGE constatou:

– comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas: 30,2%

– agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura: 19,2%

– alojamento e alimentação: 11,6%

– indústria geral: 9,3%

-serviços domésticos: 7,1%

– outras atividades: 22,7%

Concentrado na adolescência

O IBGE classifica os resultados em três faixas etárias. Assim, a pesquisa revela que mais da metade (55,5%) do trabalho infantil estão concentrados na faixa de 16 a 17 anos. As faixas de 5 a 13 anos e de 14 e 15 anos representam cerca de 22% cada.

Analisando o universo de adolescentes de 16 e 17 anos, o percentual deles em situação de trabalho infantil passou de 14,7% para 15,3% no período de 2023 para 2024. Em 2022, eram 16,4%.

Pretos e pardos

Assim como em outros indicadores socioeconômicos, a população preta ou parda enfrenta condições mais desfavoráveis em relação à branca.

Enquanto 59,7% da população de 5 a 17 anos é preta ou parda, na hora de analisar o universo do trabalho infantil, eles representam 66,6%, ou seja, dois terços.

Já os brancos, 39,4% dessa população jovem, são 32,8% das crianças e adolescentes que vivenciam o trabalho infantil.

Os dados evidenciam que o trabalho infantil engloba mais os homens que as mulheres. Eles são 51,2% da população de 5 a 17 anos, mas 66% das pessoas em situação de trabalho infantil.

Regiões

A pesquisa revela desigualdades regionais. O Sudeste é a única região com percentual de trabalho infantil abaixo da média nacional (4,3%).

Norte: 6,2%

Nordeste: 5%

Sudeste: 3,3%

Sul: 4,4%

Centro-Oeste: 4,9%

Tarefas domésticas

Os pesquisadores aproveitaram a visita aos lares da amostra da Pnad para buscar informações sobre atividades domésticas, que incluem tarefas como lavar louça, fazer comida, cuidar da limpeza, fazer compras e cuidar de outras pessoas.

Da população de 37,9 milhões de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos no Brasil, pouco mais da metade (54,1%) realizam algum afazer doméstico (20,5 milhões de pessoas) em 2024.

Nove em cada dez (89,8%) deles gastavam até 14 horas por semana nessas atividades.

Diferentemente do trabalho infantil ─ no qual os homens são maioria ─ nas atividades de casa, as mulheres predominam: 58,2% delas contra 50,2% dos homens.

source
Com informações da Agência Brasil

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
admin
  • Website

Related Posts

Rodada final dos grupos tem Inglaterra, Colômbia, Portugal e Argentina

Junho 27, 2026

Brasil avalia que tarifaço dos EUA foi politizado mirando eleições

Junho 27, 2026

Rayan destaca papel defensivo do ataque em trabalho de Ancelotti

Junho 27, 2026

Ativistas e gestores públicos apontam desafios para a implementação do ECA Digital

Junho 27, 2026

Comissão aprova uso do FGTS para compra de armas de fogo e munições para defesa pessoal

Junho 27, 2026

Confira os resultados dos jogos desta sexta-feira na Copa

Junho 27, 2026
Leave A Reply Cancel Reply

Editors Picks

Rodada final dos grupos tem Inglaterra, Colômbia, Portugal e Argentina

Junho 27, 2026

Segundo avião da FAB decola neste sábado com ajuda para a Venezuela

Junho 27, 2026

Brasil avalia que tarifaço dos EUA foi politizado mirando eleições

Junho 27, 2026

Semana de Conscientização sobre a Doação de Órgãos e Tecidos passa a fazer parte do calendário oficial de Suzano

Junho 27, 2026
Advertisement
© 2026-Carioca de Suzano - Todos os direitos reservados..
  • Alto Tietê
  • Brasil
  • Mundo
  • São Paulo

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

imunify-bot-check
Go to mobile version