Close Menu
Carioca de Suzano NotíciasCarioca de Suzano Notícias
  • Alto Tietê
  • Brasil
  • Mundo
  • São Paulo
What's Hot

Polícia de SP apreende 576 quilos de drogas e captura procurado durante operação nas rodovias paulistas

Novembro 6, 2026

Porto de São Sebastião inaugura balança que reduz em até 90% o tempo de pesagem de caminhões

Novembro 6, 2026

Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas indica destaques da temporada

Novembro 6, 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Carioca de Suzano NotíciasCarioca de Suzano Notícias
  • Alto Tietê
  • Brasil
  • Mundo
  • São Paulo
Facebook X (Twitter) Instagram
Carioca de Suzano NotíciasCarioca de Suzano Notícias
Home»Brasil»Representantes do movimento negro apostam no papel reparador do Fundo Nacional da Igualdade Racial
Brasil

Representantes do movimento negro apostam no papel reparador do Fundo Nacional da Igualdade Racial

adminBy adminSetembro 30, 2025Sem comentários3 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest Telegram LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Telegram Email

30/09/2025 – 17:14  

Bruno Spada / Câmara dos Deputados

Debate ocorreu na comissão especial que analisa a proposta

Representantes do movimento negro defenderam nesta terça-feira (30), em audiência pública na Câmara dos Deputados, a criação do Fundo Nacional de Reparação Econômica e de Promoção da Igualdade Racial, previsto na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 27/24 e destinado a promover a igualdade de oportunidades e a inclusão social de pretos e pardos no país.

Ex-ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial no governo de Dilma Rousseff, a professora Nilma Gomes destacou o papel do fundo como reparador das consequências econômicas da escravidão no Brasil.

“Essa reparação econômica, de fato, em um país racista e desigual como é o Brasil, vai precisar de muitos esforços, de muita articulação e de objetividade. E a possibilidade de construção desse fundo é um dos caminhos”, disse.

O debate foi proposto pelos deputados Benedita da Silva (PT-RJ) e Orlando Silva (PCdoB-SP), presidente e relator da comissão especial que analisa a proposta.

Pelo texto em análise na Câmara, o fundo será privado, administrado por um banco público federal e terá um conselho consultivo. Ele financiará projetos de promoção cultural, social e econômica para brasileiros pretos e pardos. O governo federal se comprometerá a destinar um mínimo de R$ 20 bilhões (R$ 1 bilhão por ano). Também haverá recursos de doações internacionais e outras fontes legais.

Samuel Vida, que coordena o Programa Direito e Relações Raciais na Universidade Federal da Bahia, disse que muitas conquistas normativas atuais “não são operacionalizadas plenamente” na prática. Para ele, um dos problemas é que estados e municípios nem sempre acompanham o esforço federal no combate ao racismo.

“A PEC é muito bem-vinda, porque ela avança para assegurar que, do ponto de vista material e orçamentário, seja possível traduzir em ações concretas as leis existentes”, disse.

Bruno Spada / Câmara dos Deputados

Orlando Silva quer fortalecer o papel do conselho consultivo para garantir transparência ao fundo

Dívida histórica
Diretor da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC), da Unesp (SP), Juarez Xavier lembrou que o Estado moderno brasileiro se baseou na subcidadania e segregação racial, o que historicamente impediu a população negra de acessar recursos econômicos, sociais, culturais e políticos, além de educação e território.

Hélio Santos, professor e consultor de Responsabilidade Social Corporativa, usou dados para ilustrar o que chamou de “racismo inercial”, explicando que este tipo de racismo “está no piloto automático da sociedade” e funciona sem a necessidade de novas ações.

Santos apresentou um dado alarmante: no ritmo atual, a igualdade de rendimentos entre brancos e negros só será alcançada em daqui a 376 anos (em 2399). Ele sugeriu que o fundo receba contribuições também de estados e municípios.

O relator da PEC, deputado Orlando Silva, concluiu que as contribuições reforçam a urgência de medidas reparatórias para a população negra e reconhecem a dívida histórica do Estado brasileiro.

Ele destacou a importância de debater a inclusão de estados e municípios nas contribuições, além da União, para ampliar a responsabilidade. E propôs ainda fortalecer o papel do conselho consultivo para garantir transparência e a participação da sociedade civil no monitoramento do uso dos recursos.

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Geórgia Moraes

source
Com informações da Câmara Federal dos Deputados

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
admin
  • Website

Related Posts

Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas indica destaques da temporada

Novembro 6, 2026

Deputados aprovam proposta que dá o nome de José Richa a túnel da Câmara

Novembro 6, 2026

FGC alerta para vazamento de dados de investidores e risco de golpes

Novembro 5, 2026

GDF pede transferência de R$ 2,2 bilhões do pai de Vorcaro para BRB

Novembro 5, 2026

Comissão da Câmara debate políticas públicas de saúde oncológica voltadas para as mulheres

Novembro 5, 2026

TSE altera entendimento sobre cota de gênero e mantém mandato

Novembro 5, 2026
Leave A Reply Cancel Reply

Editors Picks

Polícia de SP apreende 576 quilos de drogas e captura procurado durante operação nas rodovias paulistas

Novembro 6, 2026

Porto de São Sebastião inaugura balança que reduz em até 90% o tempo de pesagem de caminhões

Novembro 6, 2026

Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas indica destaques da temporada

Novembro 6, 2026

Deputados aprovam proposta que dá o nome de José Richa a túnel da Câmara

Novembro 6, 2026
Advertisement
© 2026-Carioca de Suzano - Todos os direitos reservados..
  • Alto Tietê
  • Brasil
  • Mundo
  • São Paulo

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

Go to mobile version