Close Menu
Carioca de Suzano NotíciasCarioca de Suzano Notícias
  • Alto Tietê
  • Brasil
  • Mundo
  • São Paulo
What's Hot

Guararema recebe Encontro de RPG com atividades para veteranos e iniciantes

Julho 8, 2026

Policial civil é morto com tiro na cabeça na Zona Norte do Rio

Julho 8, 2026

Câmara aprova projeto que proíbe cobrança de tarifa mínima de consumo sobre água e esgoto

Julho 8, 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Carioca de Suzano NotíciasCarioca de Suzano Notícias
  • Alto Tietê
  • Brasil
  • Mundo
  • São Paulo
Facebook X (Twitter) Instagram
Carioca de Suzano NotíciasCarioca de Suzano Notícias
Home»Brasil»Especialistas alertam para impacto das mudanças climáticas no patrimônio cultural
Brasil

Especialistas alertam para impacto das mudanças climáticas no patrimônio cultural

adminBy adminJulho 8, 2026Sem comentários3 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest Telegram LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Telegram Email

07/07/2026 – 20:19  
•   Atualizado em 08/07/2026 – 10:09

Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

Luana Campos: “Pensar o futuro a partir do conhecimento tradicional”

Especialistas que participaram de audiência pública na Comissão de Cultura da Câmara nesta terça-feira (7) alertaram para a importância da relação entre preservação do patrimônio cultural e mudanças climáticas. De acordo com eles, há riscos de destruição de paisagens culturais no Pantanal, deslizamentos na Mata Atlântica e de desertificação na Caatinga, o que evidencia a necessidade de abordagens que salvaguardem os territórios.

Os debatedores ressaltaram a importância da criação da Carta Brasileira do Patrimônio Cultural e Mudanças Climáticas. O documento destaca que o patrimônio não é apenas um bem a ser protegido, mas uma fonte dinâmica de conhecimento e de tecnologia social para formular soluções contemporâneas baseadas no território.

Luana Campos, representante do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios – Brasil, comemora que, apesar dos desafios, a elaboração da Carta teve a contribuição de mais de 300 instituições. Luana lamenta que a relação entre patrimônio e clima não seja clara para a sociedade.

“Nossa cultura nos ajuda a compreender que é possível, a partir do conhecimento tradicional, a partir do conhecimento que vem desses grupos que estão na base, que nos representam, que fazem parte da nossa história, pensar o futuro melhor”, pontuou.

O deputado Tarcísio Motta (PSOL-RJ), que solicitou a realização do debate, reforçou que eventos climáticos extremos colocam em risco não apenas o patrimônio material e sítios arqueológicos, mas também a existência de acervos de saberes e conhecimentos essenciais para a forma de viver de comunidades locais.

Segundo ele, cabe à Comissão de Cultura entender que as sociedades vulneráveis são as que mais sofrem com as mudanças do clima e pensar em mecanismos de prevenção e mitigação.

“O colapso ecológico planetário é uma realidade. Nós estamos diante de mudanças climáticas cada vez mais intensas, cada vez mais frequentes e nada indica que o cenário melhorará nos próximos anos ou nas próximas décadas. Temos urgência em encarar esse desafio, mas não podemos ignorar o fato de que o processo da questão do colapso ecológico já é uma realidade entre nós, no Brasil e no planeta Terra”, afirmou Tarcísio Motta.

Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

Tarcísio Motta: “Colapso ecológico planetário é uma realidade”

O presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Deyvesson Gusmão, explica que, além da atuação internacional junto a instâncias que discutem patrimônio material, imaterial e arqueológico, o Brasil, através do Iphan, busca medidas internas de preservação desse patrimônio.

“A gente conseguiu inserir e discutir, junto com a Defesa Civil, a inclusão do patrimônio cultural no Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil. A gente tem ações de preservação, de mitigação e de adaptação, mas também ações formativas, de capacitação e orientação previstas no Plano”, explicou.

A representante do Ministério do Meio Ambiente, Inamara Melo, destacou que a integração de um conjunto grande de políticas é absolutamente necessário.

“Não dá para desenhar nenhuma política pública que não leve em conta este contexto da emergência climática que já enfrentamos no país. Já temos basicamente 84,5% dos municípios brasileiros afetados por desastres climáticos na última década, com muitos danos e prejuízos à sociedade brasileira”, salientou.

Todos os participantes destacaram a necessidade não apenas de financiamento formal de ações de preservação ambiental, mas também de adaptações para garantir a mitigação dos efeitos climáticos e a sustentabilidade.

Reportagem – Mônica Thaty
Edição – Ana Chalub

source
Com informações da Câmara Federal dos Deputados

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
admin
  • Website

Related Posts

Policial civil é morto com tiro na cabeça na Zona Norte do Rio

Julho 8, 2026

Câmara aprova projeto que proíbe cobrança de tarifa mínima de consumo sobre água e esgoto

Julho 8, 2026

MPSP denuncia quatro pessoas por morte de jovem em salto

Julho 8, 2026

Camelôs protestam contra programa da prefeitura no Rio

Julho 8, 2026

Projeto amplia indenização em contratos entre pessoas jurídicas

Julho 8, 2026

Governo diz que vai acertar salários do programa Rio Sem LGBTIfobia

Julho 8, 2026
Leave A Reply Cancel Reply

Editors Picks

Guararema recebe Encontro de RPG com atividades para veteranos e iniciantes

Julho 8, 2026

Policial civil é morto com tiro na cabeça na Zona Norte do Rio

Julho 8, 2026

Câmara aprova projeto que proíbe cobrança de tarifa mínima de consumo sobre água e esgoto

Julho 8, 2026

Feirão oferece cerca de 130 cartas de crédito para compra de imóveis em São Paulo, Franca e Mococa 

Julho 8, 2026
Advertisement
© 2026-Carioca de Suzano - Todos os direitos reservados..
  • Alto Tietê
  • Brasil
  • Mundo
  • São Paulo

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

imunify-bot-check
Go to mobile version