Close Menu
Carioca de Suzano NotíciasCarioca de Suzano Notícias
  • Alto Tietê
  • Brasil
  • Mundo
  • São Paulo
What's Hot

STJ restabelece sanções a cursos de medicina com nota baixa no Enamed

Agosto 20, 2026

Comissão aprova prazo de 24 horas para polícia comunicar à Justiça descumprimento de medida protetiva

Agosto 20, 2026

Democrata da Flórida vence primárias para Senado dos Estados Unidos

Agosto 20, 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Carioca de Suzano NotíciasCarioca de Suzano Notícias
  • Alto Tietê
  • Brasil
  • Mundo
  • São Paulo
Facebook X (Twitter) Instagram
Carioca de Suzano NotíciasCarioca de Suzano Notícias
Home»Brasil»MJSP: centro de inteligência prisional começa a funcionar em agosto
Brasil

MJSP: centro de inteligência prisional começa a funcionar em agosto

adminBy adminAgosto 20, 2026Sem comentários3 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest Telegram LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Telegram Email

O Ministério da Justiça e Segurança Pública confirmou, nesta quarta-feira (19), que o Centro Nacional de Inteligência Penal (Cnip) iniciará suas operações ainda este mês.

A nova estrutura operacional reunirá órgãos de inteligência das polícias penais federal, dos estados e do Distrito Federal, com o objetivo de unificar protocolos de segurança e coibir o planejamento de crimes a partir do interior dos estabelecimentos prisionais brasileiros.

Instituído em junho deste ano por meio da Portaria Ministerial 1.234, o Cnip integra o projeto Padrão Segurança Máxima, que faz parte do programa federal Brasil Contra o Crime Organizado.

Responsável por integrar e coordenar a chamada Rede Nacional de Inteligência Penitenciária (Renipen), o Cnip atuará em regime contínuo para integrar, consolidar e difundir informações de inteligência penal, além de monitorar situações de crise e oferecer suporte técnico para a tomada de decisões pela Secretaria Nacional de Políticas Penais e pelos entes federativos.

A estratégia ministerial busca sufocar a comunicação entre integrantes de organizações criminosas. O que, segundo o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, exige integração entre as forças federais e estaduais e uma ação coordenada para impedir a entrada ilegal de aparelhos de telefone celular nos presídios.

“O problema do [telefone] celular figura como uma das principais questões ligadas à percepção de segurança pública”, comentou Silva ao participar, nesta quarta-feira, de uma entrevista coletiva sobre as estratégias nacionais de enfrentamento aos ilícitos envolvendo telefones celulares.

“Os aparelhos fazem parte de uma cadeia que diz respeito ao furto, ao roubo e à receptação. Em alguns casos, temos um ciclo completo, no qual o dispositivo chega, inclusive, às mãos do crime organizado nos presídios”, acrescentou o ministro.

Silva argumenta que a única forma de enfrentar o problema é por meio da integração das forças de segurança pública.

Ações

Durante a coletiva de imprensa, o ministério apresentou resultados preliminares de ações ostensivas, como a Operação Última Chamada, realizada entre os dias 10 e 19 de agosto.

Segundo a pasta, no período, foram recuperados 6.052 aparelhos celulares e executadas 97 prisões em flagrantes. A ação também fiscalizou 227 comércios e enviou mais de 33 mil alertas para pessoas em posse de aparelhos irregulares.

Especificamente quanto ao sistema penitenciário, as operações que a Secretaria Nacional de Políticas Penais realizou entre maio e agosto deste ano, em parceria com os estados e o Distrito Federal, resultaram na apreensão de 2.254 aparelhos celulares. Quase 9,9 mil celas de 295 unidades prisionais de todo o país foram revistadas.

Ainda segundo o ministério, os roubos e furtos de celulares passaram de 225.644 no primeiro trimestre de 2025 para 215.589 no mesmo período de 2026, resultando em uma redução de 4,5% nesse tipo de ocorrência.

Para o secretário nacional de Políticas Penais, André Garcia, as ações desenvolvidas no âmbito do sistema prisional são fundamentais para interromper o furto, roubo, receptação e o comércio ilegal de celulares.

“Essa cadeia de crimes termina, ocasionalmente, no sistema prisional. Isso atinge o dia a dia do cidadão, na aplicação de golpes e outras questões relacionadas a execuções de crimes letais intencionais. Por isso, é tão importante, além de compreender essa cadeia, romper o ciclo”, concluiu Garcia.

source
Com informações da Agência Brasil

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
admin
  • Website

Related Posts

STJ restabelece sanções a cursos de medicina com nota baixa no Enamed

Agosto 20, 2026

Comissão aprova prazo de 24 horas para polícia comunicar à Justiça descumprimento de medida protetiva

Agosto 20, 2026

Maranhão terá eleição simulada no domingo para testar urnas

Agosto 20, 2026

Comissão aprova projeto que destina recursos recuperados de crimes para fundos da pessoa idosa

Agosto 20, 2026

Fifa sorteia confrontos da repescagem internacional da Copa Feminina

Agosto 20, 2026

Bancários farão paralisação de 24 horas nesta quinta-feira

Agosto 20, 2026
Leave A Reply Cancel Reply

Editors Picks

STJ restabelece sanções a cursos de medicina com nota baixa no Enamed

Agosto 20, 2026

Comissão aprova prazo de 24 horas para polícia comunicar à Justiça descumprimento de medida protetiva

Agosto 20, 2026

Democrata da Flórida vence primárias para Senado dos Estados Unidos

Agosto 20, 2026

Poá promove campanha de vacinação antirrábica neste domingo (16) no Centro

Agosto 20, 2026
Advertisement
© 2026-Carioca de Suzano - Todos os direitos reservados..
  • Alto Tietê
  • Brasil
  • Mundo
  • São Paulo

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

imunify-bot-check
Go to mobile version