Close Menu
Carioca de Suzano NotíciasCarioca de Suzano Notícias
  • Alto Tietê
  • Brasil
  • Mundo
  • São Paulo
What's Hot

Trabalhador tem direito de sair do serviço para votar; confira a lei

Outubro 25, 2026

Plataforma da USP reúne experiências para ajudar a pensar o futuro do futebol feminino

Outubro 25, 2026

Desenvolvimento Econômico encerra participação na ‘Feira do Empreendedor’ com 3,2 mil atendimentos

Outubro 25, 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Carioca de Suzano NotíciasCarioca de Suzano Notícias
  • Alto Tietê
  • Brasil
  • Mundo
  • São Paulo
Facebook X (Twitter) Instagram
Carioca de Suzano NotíciasCarioca de Suzano Notícias
Home»Mundo»Protestos na França começam sob forte esquema de segurança
Mundo

Protestos na França começam sob forte esquema de segurança

adminBy adminOutubro 25, 2026Sem comentários4 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest Telegram LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Telegram Email

Manifestantes se reuniram em Paris e em cidades de toda a França neste sábado (24), sob a vigilância de 70 mil policiais, enquanto o governo tentava evitar a repetição dos distúrbios e saques que sacudiram o país no fim de semana passado.

O ministro do Interior, Laurent Nuñez, disse que 135 pessoas haviam sido presas em todo o país até o início da tarde, muitas após revistas preventivas que encontraram fogos de artifício, rolamentos de esferas e outros objetos que poderiam ser usados como armas.

“Temos que ser extremamente ágeis. Recebemos muitos avisos sobre desordem, tanto de grupos políticos quanto, simplesmente, de criminosos”, disse aos jornalistas. “Vai ser um dia longo.”

Enquanto o início da principal marcha em Paris transcorria de forma pacífica, a polícia usou gás lacrimogêneo contra multidões em Lyon, a terceira maior cidade da França.

O governo mobilizou 10 mil policiais a mais do que em 17 de outubro, dia em que protestos contra o custo de vida e a deterioração dos serviços públicos se transformaram em alguns dos piores distúrbios que a França viu em anos.

Lojas e museus fechados

Grande parte do centro de Paris parecia uma cidade em lockdown, com lojistas fechando as vitrines com tapumes, museus com as portas fechadas e mais de 20 estações de metrô interditadas.

Entidades empresariais pediram que os varejistas permanecessem fechados depois que milhares de lojas e negócios foram danificados ou saqueados em toda a França no último fim de semana.

“Quase não há clientes, então não vale a pena ficar aberto”, disse Oskar, gerente de uma boutique Kiton em Paris.

Vários dos mais conhecidos centros culturais da capital, incluindo o Louvre, o Musée d’Orsay e a Ópera de Paris, fecharam como precaução, deixando os turistas frustrados.

“Está tudo fechado com tapumes e não sabemos bem para onde ir”, disse Xavier Dolliole, turista da cidade norte-americana de Nova Orleans.

A rota da principal manifestação em Paris só foi definida após uma batalha judicial, desencadeada por uma ordem policial de última hora, que afastava os organizadores do centro da cidade em direção às regiões do sudeste da capital. A polícia argumentou que o trajeto original passava por áreas com alta concentração de empresas semelhantes às atacadas no fim de semana anterior. Líderes de esquerda disseram que a mudança tardia tinha como objetivo causar confusão e afastar as pessoas.

“Mais uma vez, os que estão no poder criam transtornos para as marchas e prazos impossíveis para que as organizações se reorganizem”, disse o líder da esquerda radical Jean-Luc Mélenchon, que se juntou aos manifestantes nas ruas de Paris.

Congresso

Muitos manifestantes acusaram o governo de reagir de forma exagerada, com soldados enviados para patrulhar a Champs-Élysées. “Choramos pelas lojas, não pelas pessoas que são empobrecidas o ano todo”, disse Clara Lebbadi, estudante de artes de 22 anos.

“Minha amiga e eu quase não viemos porque estávamos com medo, mas viemos justamente porque é importante não deixar a repressão vencer”, acrescentou.

A primeira marcha autorizada neste sábado transcorreu pacificamente em Orléans, a cerca de 120 quilômetros ao sul de Paris, onde manifestantes protestaram contra o Reagrupamento Nacional, de Marine Le Pen, que realizava um congresso partidário na cidade.

As tensões aumentaram após tiros na sexta-feira (23), a oeste de Paris, quando um atirador, suspeito de agir por ódio islamofóbico, matou uma pessoa e feriu mais quatro, entre elas uma menina de 12 anos.

“Viemos dizer à extrema direita, cara a cara, que não temos medo”, disse Bally Bagayoko, prefeito de Saint-Denis e membro do partido de esquerda radical França Insubmissa (LFI).

*(Reportagem adicional de Crispian Balmer, Bertrand Boucey, Alessandro Parodi e Elizabeth Pineau)

*É proibida a reprodução deste conteúdo.

source
Com informações da Agência Brasil

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
admin
  • Website

Related Posts

Em meio a ajuste fiscal, Chile tem queda do PIB e desemprego em alta

Outubro 24, 2026

Governo francês anuncia proibição de protestos considerados ilegítimos

Outubro 24, 2026

Papa não precisará de mais tratamento contra o câncer, dizem médicos

Outubro 23, 2026

França registra 1º caso humano do vírus Shamonda que afeta animais

Outubro 23, 2026

Economia da Argentina recua 1,7% em agosto sob risco de recessão

Outubro 22, 2026

ONU: El Niño pode ser o mais forte dos últimos 40 anos

Outubro 21, 2026
Leave A Reply Cancel Reply

Editors Picks

Trabalhador tem direito de sair do serviço para votar; confira a lei

Outubro 25, 2026

Plataforma da USP reúne experiências para ajudar a pensar o futuro do futebol feminino

Outubro 25, 2026

Desenvolvimento Econômico encerra participação na ‘Feira do Empreendedor’ com 3,2 mil atendimentos

Outubro 25, 2026

Projeto exige que hospitais divulguem canais de denúncia contra violência a pessoas idosas

Outubro 25, 2026
Advertisement
© 2026-Carioca de Suzano - Todos os direitos reservados..
  • Alto Tietê
  • Brasil
  • Mundo
  • São Paulo

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

Go to mobile version